Custo por hectare, por talhão e por cultura
Cada insumo, hora de máquina e hora de gente nasce sabendo a que safra, locação e conta pertence. O custo do hectare não é estimado no fim: ele se acumula enquanto a safra acontece.
Gestão dentro da porteira
O WiseFarm mede quanto custou cada hectare da sua safra — por talhão, por cultura e por conta — enquanto a safra ainda dá para corrigir.
Números de exemplo, para mostrar o formato da resposta. Na sua conta eles saem dos seus lançamentos.
O problema
Quando o custo por hectare aparece, a decisão que ele deveria ter orientado já foi tomada — a aplicação já foi feita, o insumo já foi comprado, a área já foi plantada. O que falta não é relatório: é o custo nascer junto do movimento, sabendo a que talhão pertence.
Cada insumo, hora de máquina e hora de gente nasce sabendo a que safra, locação e conta pertence. O custo do hectare não é estimado no fim: ele se acumula enquanto a safra acontece.
O plano da safra vira a linha de base. Cada lançamento se compara com ela por cultura e por conta, e o desvio aparece enquanto ainda dá para mudar a decisão.
Títulos a pagar e a receber, financiamento, contrato de venda e parcelas futuras na mesma projeção — para saber em que mês o caixa aperta antes de ele apertar.
Entrada por XML da nota, requisição de compra, aplicação e inventário movimentam o mesmo saldo. O custo médio móvel é o que vai para a lavoura — não o preço da última compra.
Abastecimento, manutenção, depreciação e horas apontadas viram custo-hora. Ele chega ao talhão pelas horas trabalhadas ali, não pelo tanque que foi enchido naquele dia.
O LCDPR sai do que já foi lançado, por imóvel rural e por regime de caixa — e o sistema diz, em toda tela, qual dos dois livros você está olhando.
Como o dado entra
Nenhuma conta do WiseFarm depende de alguém preencher uma planilha no fim do mês. Ela depende de o movimento ter sido registrado uma vez, no lugar certo.
O arquivo da nota do fornecedor entra e vira item de estoque com NCM, unidade e custo. Ninguém digita nota de insumo duas vezes.
Aplicação, hora de máquina, hora de gente e colheita são apontamentos com data, talhão e operação — o registro que o caderno de campo já exigia.
Peso, umidade, impureza e desconto por régua de classificação. A produtividade por talhão sai do romaneio, não de uma média no fim do ano.
Custo por hectare e por saca, produtividade, margem projetada e fechamento. Soja e milho nunca entram na mesma média: seriam um número que não compara com nada.
A Zefa
“Qual talhão gastou mais na safra 25/26?” A Zefa é a assistente do WiseFarm. Ela consulta os seus lançamentos e devolve o valor com a conta aberta — e, quando não sabe responder, ela diz que não sabe em vez de inventar.
Ela não estima número. Toda resposta sai de consulta ao seu cadastro, e é por isso que o valor dela é o mesmo da tela.
Números de exemplo. As perguntas são as que ela responde hoje.
Preço
Você paga pela área de 1ª safra, e cada faixa cobra a própria alíquota só sobre os hectares que caem nela — como imposto de renda, não como tabela de desconto por volume. Crescer nunca reduz a sua fatura, e nunca a multiplica de uma vez.
| Faixa de área | R$/ha/ano | Total do ano no topo da faixa |
|---|---|---|
| 1 a 250 ha | R$ 28,00 | R$ 7.000,00 |
| 251 a 1.000 ha | R$ 18,00 | R$ 20.500,00 |
| 1.001 a 3.000 ha | R$ 12,00 | R$ 44.500,00 |
| 3.001 a 8.000 ha | R$ 8,00 | R$ 84.500,00 |
| acima de 8.000 ha | R$ 6,00 | — |
Em que pé estamos
O WiseFarm é um produto novo, construído do zero pela Maxxsoft. Preferimos dizer isto aqui a deixar você descobrir depois de assinar.
Emissão de NF-e e MDF-e. Estão no escopo e dependem da escolha do provedor de transmissão. Hoje o sistema recebe a nota de entrada por XML, que é o que alimenta estoque e custo.
O aplicativo de campo. Ele existe, funciona sem sinal e sincroniza quando a rede volta — mas ainda não é o foco da primeira versão, e o escritório é a porta de entrada.
Folha de pagamento e eSocial. Estão fora, por decisão. O custo de mão de obra que chega ao hectare vem de apontamento de horas e taxa por função.
Perguntas
Não de uma vez. O caminho usual é começar pela safra atual: cadastrar propriedade, talhões e locações, e passar a lançar entrada e apontamento no WiseFarm. O custo por hectare passa a existir a partir do primeiro movimento registrado com as dimensões certas — é por isso que não adianta registrar o movimento primeiro e decidir o talhão depois.
Ainda não. Ele recebe a nota de entrada por XML, que é o que alimenta o estoque e o custo. A emissão de NF-e de saída e o MDF-e estão no escopo e dependem da escolha do provedor de transmissão — quando entrarem, entram junto da inteligência fiscal (CFOP, natureza da operação, ICMS diferido de Goiás, FUNRURAL), não como um formulário solto.
Está fora, e é decisão, não atraso. O custo de pessoal que interessa ao hectare vem de apontamento de horas multiplicado pela taxa da função — isso o WiseFarm faz. Holerite e eSocial são do contador, mensais, e não mudam o custo por hectare.
Cada cliente tem o dado isolado no banco, e o isolamento é verificado por teste a cada entrega — não é configuração que alguém pode esquecer de ligar. Dado pessoal é removido antes de qualquer registro de erro sair do sistema. O detalhe está na política de privacidade.
Não há período grátis nem fidelidade. Há garantia de devolução em 30 dias: se não servir, o valor volta.
Conte quantos hectares você planta e qual é a sua safra atual. A gente responde com o preço fechado e o que é preciso cadastrar para o primeiro custo por hectare aparecer.